STF mantém demissão de servidora envolvida em grilagem de terras no Oeste

oesteba1O Superior Tribunal Federal (STF) manteve a demissão de uma servidora da Justiça Estadual acusada de envolvimento em casos de grilagem de terras no Oeste baiano. Ex-tabeliã de Barreiras, Ana Elizabete Vieira dos Santos foi um dos alvos da operação ‘Terra do Nunca’, realizada em 2011 pela Polícia Civil em conjunto com os ministérios públicos da Bahia e de Minas Gerais. Ela foi condenada pelos crimes de falsificação e supressão de documento público pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), que também determinou a demissão. O recurso dela foi julgado pela Primeira Turma do STF, que seguiu o voto do relator, ministro Luiz Fux, e manteve a condenação. No recurso, a defesa dela pede reexame do conjunto fático-probatório e alega ter havido ofensa à Constituição.

A ex-servidora foi uma das 15 pessoas presas acusadas de participar de um esquema de grilagem de terras em São Desidério. Além dela, também foi detido pela operação o publicitário Marcos Valério, apontado como operador do mensalão. Ela é mãe do piloto Luiz Razia, que já disputou a Fórmula 1.

Segue preso
O Superior Tribunal de Justiça (TJ) negou um habeas corpus da defesa do ex-deputado Luiz Argolo, condenado na Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ministro Felix Fischer, relator do caso no STF, justificou a decisão pelo fato de não haver qualquer ilegalidade na prisão do ex-parlamentar. Na solicitação, a defesa do ex-deputado pediu a progressão de regime, do fechado para o semiaberto. Preso desde de 2015, Argolo teve recentemente um pedido para passar o Dia dos Pais deste ano em casa negado Tribunal de Justiça da Bahia (TJ). Ele foi condenado a 11 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro.

(correio 24 horas)