São Desidério será atração hoje às 18 horas no Programa Terra Brasil do canal de TV Animal Planet

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As belezas naturais do Parque Municipal da Lagoa Azul e do Morro dos Tapuias em São Desidério foram pauta para do programa Terra Brasil produzido pela Medialand para o canal Animal Planet, que será exibido nesta terça-feira 26 de novembro, às 18 horas. O conteúdo gravado será apresentado em um episódio de 28 minutos que faz parte da quarta temporada da série documental.

A equipe esteve no município em julho e o trabalho foi acompanhado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo (SEMATUR). O programa é exibido às terças-feiras e apresentado pelo botânico, Anderson Santos e o engenheiro agrônomo, Aruay Goldschmidt. Além do canal Animal Planet, a série provavelmente também estará disponível em plataformas de streaming como a Amazon Prime e Netflix.

Ascom PREFEITURA DE SÃO DESIDÉRIO-BA

Criador da WWW propõe contrato para “consertar” internet

internet_10Um grupo de 80 organizações, lideradas pelo criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou proposta de novo contrato para a internet, com o objetivo de servir como guia para a formulação de medidas e políticas públicas relacionadas ao ambiente online. Governos, empresas e entidades da sociedade civil são convidadas a endossar o documento, disponível em um site específico.

A iniciativa surge em meio a críticas acerca de malefícios associados ao mundo virtual, da difusão de notícias falsas e discurso de ódio ao abuso no tratamento dos dados e falta de segurança, com vazamentos e crimes cibernético. O propósito é que a internet seja acessível aos cidadãos e possa voltar a ser um espaço seguro para seus usuários.

O documento é formado por um conjunto de princípios, materializados em metas a serem assumidas pelos diversos agentes. Para os governos, um dos compromissos é garantir que todos possam se conectar à internet. Entre as metas estão conectividade a 90% da população até 2030, assegurar que pacotes de 1 giga não custem mais de 2% da renda média em 2025 e 70% dos jovens com habilidades de lidar com tecnologias digitais até 2025.

Os autores sugerem políticas públicas de incentivo fiscal para estimular investimentos, compartilhamento de infraestrutura e medidas de acesso aberto nas grandes redes de atacado, além de autoridades regulatórias com poder para promover essas ações. Essas estratégias devem ser estruturadas em torno de planos nacionais de banda larga voltados a atender parcelas excluídas da população.

Direitos

Também dirigido aos governos está o princípio de respeito à privacidade e a direitos relacionados aos dados dos usuários. A concretização passa por leis disciplinando a coleta e o tratamento de dados, assegurando como base a obtenção do consentimento livre, informado, específico e não ambíguo. Tais normas devem trazer os direitos aos titulares de acessar suas informações, opor-se a um tratamento ou a uma decisão automatizada, corrigir registros e fazer a portabilidade para outros controladores.

A promoção desses direitos envolve também limitar o acesso a dados de pessoas por autoridades ao que é necessário e proporcional ao objetivo, ancoradas em leis claras, vinculadas a ações motivadas pelo interesse público e sujeitas à análise do Judiciário. O texto recomenda que os próprios órgãos públicos diminuam a coleta de dados dos cidadãos e fiscalizem essa prática pelas empresas, de modo a verificar se ela corresponde à legislação e é feita de forma transparente.

Inclusão

Para as empresas, o contrato inclui princípios como ofertar internet acessível, que não exclua ninguém de seu uso e construção. Esse compromisso está ligado à presença de serviços e ferramentas que atendam à diversidade da população, especialmente aos grupos mais marginalizados. É o caso da disponibilidade de recursos em diversas linguagens, inclusive de minorias étnicas.

Uma internet inclusiva envolve também um serviço com continuidade, o fomento a redes comunitárias, a proteção do princípio da neutralidade de rede (o tratamento não discriminatório dos pacotes que trafegam) e a preservação de velocidades equivalentes de download e upload, de modo que os usuários possam ser não somente consumidores mas produtores de informação.

Outro compromisso proposto às empresas é o de desenvolver tecnologias que promovam o bem-estar e combatam abusos, de modo a potencializar a web como bem público e colocar as pessoas no centro. Essas companhias devem considerar e serem acompanhadas sobre como suas inovações geram riscos e impactos ao meio ambiente ou promovem direitos humanos, equidade de gênero e os objetivos de desenvolvimento das Nações Unidas.

A efetivação da prática envolve, segundo os autores do contrato, a consideração da diversidade da sociedade por meio da criação de canais de escuta aos públicos usuários e atingidos por essas tecnologias. A representação de grupos diversos deve estar também na composição da força de trabalho empregada na produção desses equipamentos.

Cidadãos

Para os cidadãos, o contrato convoca à participação na web como criadores e colaboradores, construindo comunidades fortes e comprometidas com o respeito à dignidade humana, e não utilizando as tecnologias digitais para práticas nocivas, como abuso, assédio ou difusão de informação íntima que viole a privacidade dos indivíduos.

O documento conclama os cidadãos a lutar por uma internet mais democrática e empoderadora. A mobilização passa pelo alerta por ameaças contra a internet e seu emprego como instrumento que provoque danos por parte de governos, empresas ou grupos privados. Os agentes do setor devem olhar para o futuro da internet como um bem público e um direito básico, conclui o texto.

Fonte: Agência Brasil

Prefeitura de São Desidério entrega três sistemas de abastecimento de Água e um de energia na zona rural do município

entrega obras 1O povoado de Pedras, a mais de 100 km da sede de São Desidério, foi o primeiro na rota de entregas de obras realizada na sexta-feira 22, pela Prefeitura Municipal. Os moradores receberam um sistema de energia solar e um sistema de abastecimento de água. Pedras era um dos únicos locais do município que ainda não tinha energia elétrica, realidade que foi mudada por meio dos esforços do Governo Municipal em parceria com o programa de eletrificação rural do Governo Federal Luz para Todos.

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As 16 residências da localidade e o prédio escolar receberam instalação de placas de energia solar com potência de aproximadamente 45 KW /mês e o serviço foi executado pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (COELBA). “Antes com a energia a motor era difícil porque o motor sempre quebrava e agora temos energia o dia todo para usar geladeira e televisão”, afirmou a moradora Elisete de Jesus Rocha.

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Em seguida foi a vez dos moradores de Galho dos Veados receberem um sistema de abastecimento de água. O morador Manoel Ferreira dos Santos comemora. “A gente aqui bebia água com gosto de ferrugem e receber esse sistema de abastecimento é uma felicidade, alegria maior do mundo”.

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A mesma emoção dos moradores de Pedras e de Galho dos Veados foi partilhada pelos moradores de Lagoa dos Buritis onde a Prefeitura também entregou um sistema de abastecimento de água. “Ninguém estava mais suportando ficar aqui sem água, era muito sofrimento. A Prefeitura está de parabéns por trazer água aqui pra nós”, revelou a moradora Cleide Maria da Conceição.entrega 4

 

Fonte: Ascom Prefeitura de São Desidério

Programa de Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) chega a Barreiras, Oeste da Bahia

 

Integrantes FPI - foto_Ascom-FPITrinta órgãos públicos e ONGs trabalham em prol da preservação do Velho Chico

A cidade de Barreiras, no Oeste do estado, recebe a 45ª etapa do programa de Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), coordenado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), através do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco (NUSF), pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) e pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec-BA), em conjunto com outros órgãos parceiros. O objetivo é combater as ações de degradação do Velho Chico e seus afluentes, e minimizar os impactos para a população que depende do rio.
Integrantes FPI e secretario de Meio Ambiente e Turismo de São Desiderio, Joacy Ferreira - foto_Ascom-FPISegundo a promotora de Meio Ambiente do MP-BA, Luciana Khoury, o trabalho é também no sentido de promover melhores práticas. “Nossa atuação vai muito além da fiscalização. Desenvolvemos atividades de orientação e educação ambiental junto às comunidades, empresas e ao poder público local (prefeituras e secretarias). Entendemos que o exercício de preservação do rio deve ser uma questão de consciência para todos”, ressalta ela, que coordena a FPI.
Integrantes FPI (3) - foto_Ascom-FPIAs vistorias abrangem áreas diversas. São elas: saneamento básico, desmatamento, carvoarias, casa de comércio de agrotóxicos, propriedades rurais, extração mineral, indústria cerâmica, transporte de produtos florestais, áreas de preservação e reserva legal, complexo eólico, barragens, piscicultura, fauna, patrimônios cultural e espeleológico (grutas e cavernas), segurança do trabalho e comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas e de fecho e fundo de pasto).
Integrantes FPI (4) - foto_Ascom-FPINa região Oeste, a atuação ocorre nas imediações do Rio Grande, que, como explica Maciel Oliveira, coordenador da FPI, é um importante afluente do São Francisco. “Em boa parte do ano, rios permanentes como o Grande são quem sustentam a calha do Velho Chico. A maioria dos outros são rios temporários. Poucos têm a quantidade de água  do Grande. Por isso, ele é tão necessário para a garantia da biodiversidade e dos usos múltiplos das águas por parte das comunidades”, garante ele, que também é vice-presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF).
Integrantes FPI (5) - foto_Ascom-FPIA 45ª FPI está sendo realizada em 13 municípios, que foram previamente estudados por uma equipe multidisciplinar. Recebem as ações as cidades de Barreiras, Angical, Baianópolis, Catolândia, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, São Desidério e Wanderley.  “Nos voltamos para o Oeste, seis anos após a última edição na região. É importante acontecer aqui porque temos neste local um grande berçário de afluentes que alimentam o Velho Chico”, reforça o coordenador da FPI e superintendente Adjunto da Defesa Civil, Vitor Gantois.

Integrantes FPI (6) - foto_Ascom-FPIPrograma continuado

Criada na Bahia em 2002, a FPI é um programa continuado, com desdobramentos que são acompanhados por agentes locais e pela própria equipe, mesmo após sua finalização. “São cerca de 150 profissionais atuando em cada etapa. Nossa missão é permanecer diagnosticando os danos ambientais, adotando medidas preventivas e de responsabilização dos agentes causadores das degradações”, avisa Luciana Khoury.
Para o promotor regional de Meio Ambiente, Eduardo Bittencourt, a presença da FPI é fundamental para o território: “A operação contribui com as inúmeras demandas referentes à fiscalização que estão paradas. A relevância do diagnóstico que é traçado subsidia as ações das promotorias, abre o olhar para várias questões e ajuda na tomada das decisões e na implementação de políticas públicas”.  Uma audiência pública a ser realizada no último dia vai apresentar os resultados dos trabalhos
Além do MP-BA e do CBHSF, os órgãos parceiros desta edição da força-tarefa são: Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Polícia Civil da Bahia, Polícia Militar da Bahia, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal, Defesa Civil, Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB-BA), Diretoria de Vigilância Sanitária e Saúde Ambiental (Divisa), Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab-BA), Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz-BA), Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri-BA), Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi-BA), Superintendência Regional do Trabalho (SRTE-BA), Superintendência do Patrimônio da União na Bahia (SPU-BA), Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA), Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ministério da Saúde, Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA),  Fundação José Silveira, Agência Peixe Vivo, Agendha e Animallia. Também dão suporte às ações as secretarias de Meio Ambiente dos municípios de Barreiras, Formosa do Rio Preto e Luís Eduardo Magalhães.

Sobre a FPI
A FPI começou em 2002, na Bahia, após os Ministérios Públicos e órgãos do estado baiano constatarem diversas causas e danos que estavam contribuindo para a morte do rio e gerando prejuízo à saúde dos moradores que residem às margens do Velho Chico e nos municípios que fazem parte da Bacia Hidrográfica. Atualmente, além da Bahia, a operação está presente em todos os estados banhados pelo rio São Francisco: Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Minas Gerais. Alvo de constantes atividades irregulares, o Velho Chico possui área de aproximadamente 640 mil quilômetros quadrados, com dois mil e 863 quiômetros de extensão. Suas águas servem para abastecimento e consumo humano, turismo, pesca e navegação.

Fonte: Ascom/ FPI
 

Dia do SIM, casais do Programa Idade Viva oficializam união em casamento comunitário

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DSC_0419casais de idosos que participam das atividades do Programa Idade Viva oficializaram o matrimônio em uma celebração comunitária, realizada na noite do domingo (24). Conduzida pelo pastor André Marques, da Igreja Mundial Servos, a cerimônia com efeito civil mostrou que amor e companheirismo não tem idade. Entre os noivos, Valéria e Sebastião se conheceram durante as terapias ocupacionais desenvolvidas na sede. Segundo ela, o que era uma amizade se tornou um grande amor.

“Com o passar do ano, o meu amor por Sebastião só cresceu, ele é muito especial para mim com seu jeito carinhoso que me conquistou. A minha vida ficou mais linda ao conhecê-lo, sinto que formamos um casal perfeito, estamos dispostos a viver o amor por mais longos anos”, disse a recém-casada Valéria, em carta aberta ao esposo.

O casamento reuniu amigos, colegas do Programa, familiares dos noivos, além do prefeito Zito Barbosa, a primeira-dama, Marisete Bastos, vice-prefeita Karlúcia Macêdo, o secretário municipal de saúde, Anderson Vian e a subsecretária Larissa Barbosa. A sede do Idade Viva se transformou em um belo salão de festas com direito à mesa de doces decorada, passarela para os noivos e jantar especial.

“Desde o início da gestão, estamos trabalhando com a humanização de toda a rede de saúde no nosso município e o Idade Viva é parte fundamental dessa rede. Nós temos idosos ativos participando, que encontram aqui atividades lúdicas e de saúde, esse é um momento especial que nunca aconteceu na história do Programa. Estamos realizando o primeiro casamento comunitário entre os casais membro do Idade Viva, um deles se conheceu aqui, começou aqui também o relacionamento e, para nós, é muito gratificante e extraordinário ver a alegria deles, ao contemplar essa cena onde os quatro casais se uniram em laços matrimoniais”, destacou o secretário Anderson Vian.

Se casaram na noite de domingo: Paulo e Valdeci, Sebastião e Valéria, Raimundo e Marieta, e Graciliano e Nair. A noite de festa foi encerrada com muita música e dança, ao som do cantor João do Biriba.

“A realidade é que para o amor, a única coisa que realmente importa são dois corações apaixonados viverem juntos para sempre. Por isso, esses casais que se conheceram aqui e outros que acharam aqui a oportunidade de celebrar essa linda união faz dessa noite tão especial. E nós agradecemos às pessoas que durante todo o ano, fizeram desse um ambiente de amor, paz e alegria contagiantes”, disseram a coordenadora pedagógica Lili Castilho e a coordenadora do Programa, Josele Castro, em agradecimento aos parceiros e à família Idade Viva.

As atividades do Programa Idade Viva, são desenvolvidas pela Prefeitura de Barreiras, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Projeto Saúde Humanizada.

Fonte: Dircom PMB

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Inquérito da PF diz que DEM liderou esquema com maior candidata laranja do país

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Uma investigação da Polícia Federal (PF) indica que a verba eleitoral pública do Democratas foi desviada para a maior candidatura laranja das eleições de 2018. Se trata da policial militar Sonia de Fátima Silva Alves, candidata a deputada estadual pelo Acre. Ela recebeu R$ 240 mil do Diretório Nacional do partido, mas obteve apenas seis votos.

Segundo informações da Folha de S. Paulo, ela declarou ter contratado 46 pessoas para atuar na campanha, além de gastos com o aluguel de 16 automóveis, confecção de santinhos e contratação de anúncios. Com isso, a reportagem conta que ela recebeu R$ 39.500 em material eleitoral doado.

Diante desse quadro, o inquérito da PF aponta que Sonia foi usada como candidata laranja para desvio de verbas em benefício da campanha do deputado federal Alan Rick, também do Acre. Ele é presidente do Diretório Estadual do DEM e membro da Executiva Nacional.

00dfFoto: Reprodução / Folha de S. Paulo

A maior parte da receita declarada pela PM foi repassada no dia 13 de setembro de 2018 pelo tesoureiro nacional da sigla, Romero Azevedo, e pelo presidente nacional do DEM, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM).

De acordo com a publicação, a PF não faz considerações sobre o baiano, embora reproduza o documento de transferência do dinheiro. Por outro lado, o inquérito cita o artigo do estatuto do partido que estabelece que os comitês financeiros regionais respondam civil e criminalmente por eventuais irregularidades no processo eleitoral.

“Sendo Alan Rick o beneficiado direto com os gastos de campanha da candidata e tendo ele, ao mesmo tempo, controle do comitê financeiro, que é quem responde civil e criminalmente pelas irregularidades, parece sinalizar que, sem eximir os demais membros do comitê de parte da responsabilidade, Alan Rick Miranda é responsável pelas irregularidades identificadas”, diz o texto assinado pelo delegado Jacob Guilherme da Silveira Farias de Melo.

neto2Foto: Sivanildo Fernandes / ObritoNews / Flickr Democratas

O documento cita as relações de Rick com supostos prestadores de serviço da candidata e aponta que um de seus cabos eleitorais demonstrou apoio publicamente a outro candidato. Além disso, os agentes colheram depoimentos de dois ex-integrantes da campanha do DEM no Acre e eles confirmaram que Sonia era laranja.

Com base nisso, Rick, sua esposa e tesoureira da sigla, Adriana Michele, e outras 30 pessoas são suspeitas de integrarem o esquema ilegal.

Procurada pela reportagem, a assessoria do deputado disse que Sonia entrou na disputa no lugar de uma candidata que desistiu do pleito nas proximidades da eleição. Por isso, segundo o parlamentar, a PM recebeu o alto montante para reverter sua desvantagem na disputa.

“Além de ingressar tardiamente na campanha, a candidata enfrentou diversos contratempos, a exemplo de erros na confecção do material de propaganda e grave enfermidade”, justificou.

Já a Direção Nacional do Democratas afirmou, em nota, que vai instaurar um procedimento apuratório interno para acompanhar formalmente as denúncias relacionadas à aplicação de recursos públicos em campanhas femininas pela direção partidária do Acre, além de punir exemplarmente os eventuais responsáveis. O texto ressalta ainda que o relatório da PF “absolve” o Diretório Nacional de qualquer responsabilidade no caso.

Fonte: Bahia Noticias

Governo quer mudar seguro agropecuário

Plantação de Café

O Ministério da Economia (ME) estuda mudança na securitização dos investimentos e financiamentos tomados por grandes produtores rurais no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). O propósito é que o Banco Central deixe de ser administrador do programa e o Tesouro Nacional não seja mais a seguradora da safra.

“No Proagro, o Tesouro Nacional é a seguradora. O risco incide sobre o Tesouro Nacional. O Banco Central é o operador do Proagro, posição que a gente acha meio jabuticaba”, afirmou Rogério Boueri, subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do ME que participou, na última terça-feira (19), de seminário sobre a conjuntura da economia agrícola no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“O crédito subsidiado pelo Tesouro, via Banco Central, impacta as contas públicas. Isso não tem mais sentido. A autoridade monetária é para controlar a política monetária, o câmbio e a moeda”, disse, o presidente do Ipea Carlos von Doellinger.

A preocupação do governo é diminuir a exposição do caixa da União e o risco de atingir o teto de gastos aurorizado. “Se houve um problema climático é o governo que tem que reembolsar o agricultor ou o banco que fez o empréstimo para ele. A gente quer que o governo ajude o agricultor a pagar o prêmio desse seguro, mas que o risco fique para as seguradoras. O governo pagaria um volume certo e previsível de recursos, isso estabilizaria as saídas de recurso do Tesouro Nacional”, disse Boeri.

A solução imaginada é que os produtores rurais recorram a seguradoras privadas para proteção de riscos da safra. De acordo com Fernanda Schwantes, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a intenção de desencadear esse movimento “não começou neste governo”. Segundo a especialista, o propósito é “positivo”, mas o governo precisa ter “estratégia para ampliar as modalidades de seguro”.

A perspectiva é de que os mecanismos e regramento do Proagro sejam substituídos por dispositivos já adotados pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no próximo ano será destinado R$ 1 bilhão para subvencionar a contratação de apólices do seguro rural do PSR em todo o país, o maior volume desde a criação do programa em 2004.

MP do Agro

A medida em estudo sobre a securitização poderá ser encaminhada ao Congresso Nacional ou inserida em algum projeto de lei em tramitação. O aumento da participação de agentes financeiros privados está em linha com outras iniciativas do Ministério da Economia como as propostas descritas em 10 capítulos da Medida Provisória nº 897, a MP do Agro, de 1º de outubro de 2019, sobre o Fundo de Aval Fraterno (FAF), patrimônio de afetação de propriedades rurais, títulos de crédito e concessões de subvenção econômica.

A MP muda o foco do crédito rural e viabilizar mais financiamento a grandes agropecuaristas via mercado de capitais e mercado de crédito privado. Para o pesquisador do Ipea Fábio Servo, “a MP vai em duas direções fundamentais: dar segurança jurídica a títulos do agronegócio e organiza-los no mercado”. Em sua opinião, “é o mercado que tem potencial de crescimento muito grande, principalmente, se vier seguro de fora”.

A MP flexibiliza a tomada de crédito por venda de títulos no exterior e em moeda estrangeira. Como as commodities (café, soja, carne) são comercializadas em dólar, os empréstimos estão protegidos contra variações cambiais. Para Fernanda Schwantes, da CNA, as medidas “estimulam crédito” e podem baratear custos de empréstimos.

Antoninho Rovaris, secretário de política agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), sublinha a MP viabiliza aos grandes produtores a descentralização do crédito para além da oferta atual dos bancos públicos, fundos regionais de desenvolvimento e sistema corporativo e pode a curto prazo favorecer “o aumento de competitividade e equalização de juros”. Ele teme, no entanto, que a redução da participação dos agentes financeiros tradicionais possa vir “afetar no futuro as condições de financiamento da agricultura familiar”.

O representante dos trabalhadores critica o capítulo 9 da MP que prevê a subvenção econômica para empresas cerealistas, que poderá se capitalizar em meio ao processo de privatização de todo o sistema de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), “contra diretrizes de reserva estratégia e segurança alimentar”, pondera. Ele lembra que “quem tem armazém tem preço. Quem estoca vai fazer o preço na hora da venda”.

A MP tem que ser votada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal até 17 de fevereiro do próximo ano (uma semana antes do carnaval). O relatório poderá ser apresentado na próxima quarta-feira (27) em comissão mista do Congresso. Ao texto do governo foram apresentadas 347 emendas. Segundo Boeri, a proposta “tem todas as condições de ser aprovada”.

Fonte: Agência Brasil

Prefeitura de São Desidério realiza curso de qualificação para o setor de Turismo

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2A prefeitura de São Desidério por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo (SEMATUR) em parceria com a Secretaria de Turismo do Estado da Bahia realizou entre os dias 19 a 21 deste mês o Curso de Qualificação e Segmentos Turísticos (PROQUALISETUR) para as pessoas envolvidas no segmento turístico.

A meta é realizar ações de educação para o turismo e qualificação profissional para melhorar a qualidade da oferta dos serviços turísticos. “Este é um momento de formação e atualização para os participantes, temos uma demanda crescente no setor turístico do município e buscamos parcerias para trazer qualificação aos trabalhadores desta área”, comenta o diretor de Turismo da SEMATUR, Juscelino Ferreira.

Temas relacionados à ‘Produção Associada ao Turismo’, ‘Turismo e Cidadania’, ‘Noções Conceituais’, ‘Qualidade no Atendimento’ e ‘Turismo Religioso’, foram apresentados e debatidos nos dias do curso.

“São Desidério é um município de grande potencial turístico e começa a despertar para a profissionalização dos serviços nesta área, a atividade turística é propulsora do desenvolvimento cultural, social e econômico por isso a qualificação é uma estratégia para o real desenvolvimento do setor”, explica a palestrante Emília Couto.

Gleivison Costa é guia de turismo e acredita que as orientações recebidas agregam valor ao serviço e melhoram a qualidade do atendimento ao turista. “É uma oportunidade que nos permite mais conhecimento, preparação e também novas formas de pensar o turismo, estou satisfeito em poder me profissionalizar nesta área”

Fonte: Ascom SD