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onib4Por volta das 05h da manhã desta segunda-feira, 10, um ônibus da empresa Águia Branca se envolveu em acidente entre as cidades de Nazaré das Farinhas e Salinas. De acordo com a polícia rodoviária estadual, o motorista do ônibus para evitar bater em uma Van, que desviou de um animal que estava na pista, o motorista do ônibus da viação Águia Branca perdeu o controle do veículo, após jogar para o acostamento, batendo forte no buraco vindo a cair numa vala e tombou.

O ônibus fazia linha Porto Seguro X Bom Despacho. Conforme informações chegadas a redação do FRN, vários passageiros ficaram feridos, com fraturas nos braços, ferimentos nos rostos e escoriações em várias partes do corpo.  As vítimas foram socorridas e encaminhadas para hospitais da região. Não houve vítima fatal. A Águia Branca ainda não se pronunciou acerca do acidente.

Blog Fabio Roberto Noticias

Bonito/BA: Homem morre de infarto após partida de futebol com os amigos.

01-4-300x300O povoado de Cabeceira do Brejo, no município de Bonito está de luto. Faleceu por volta do meio dia deste domingo (09), vítima de infarto, um homem identificado pelo apelido de Zé Beto, morador da comunidade. Ele estava jogando bola com os amigos e minutos depois de ser substituído começou a passar mal, ainda antes de acabar o jogo, em seguida, foi socorrido por amigos, levado para a Maternidade José Carlos Araújo de Bonito, mas não resistiu, vindo a óbito. Ele trabalhava como mestre de obras no município, era bastante conhecido na região e amigo de todos.

Todos os amigos de Zé Beto estão chocados e lamentando a triste notícia, pelo grande ser humano que foi, pela boa convivência com todos, e ainda, sempre cheio de brincadeiras e sempre pronto para ajudar o próximo.

Fonte:Blog do Fábio Borges

Politica: Justiça decreta perda de mandato do deputado federal Luiz Caetano

Luiz-Caetano-448x336O juiz de direito da 1ª Vara da Fazenda Pública da Camaçari, César Augusto Borges de Andrade, condenou o deputado federal Luiz Caetano (PT) à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos pelo período de cinco anos e proibição de contratar com o poder público. A decisão do magistrado expedida no último dia 5 é referente a uma ação civil por ato de improbidade administrativa ingressada pelo Ministério Público Estadual depois que aprovados em concurso público de 2010 para o cargo de procurador jurídico reclamaram que Caetano, então prefeito da cidade, teria descumprido a lei municipal que tratava da criação de cargos para a Procuradoria Jurídica.

De acordo com a ação do MP, os aprovados para as seis vagas oferecidas não foram nomeados porque Caetano manteve procuradores jurídicos em cargos comissionados na Procuradoria Municipal. Pela lei municipal número 874/2008, que instituiu o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos Servidores Públicos Municipais de Camaçari, os cargos em comissão de procurador jurídico e assistente jurídico seriam extintos na medida em que ocorresse o provimento através de concurso público com a previsão de 16 cargos de procurador do município.

No entanto, em 2010, foi lançado um edital para concurso que previa somente seis vagas para procurador, embora a legislação municipal apontasse a criação de 16.

“Aproximadamente dois anos após a homologação do referido certame, os cargos de procurador do município continuavam sendo exercidos irregularmente por servidores comissionados, sob a denominação de procuradores jurídicos, em clara e manifesta omissão do requerido nos autos na condição de gestor público municipal”, ressaltou o MP na denúncia levada à Justiça.

Segundo o juiz César Andrade, o então prefeito Luiz Caetano apresentou sua defesa com o argumento de que, em agosto de 2011, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) emitiu parecer apontado que as condutas denunciadas pelo MP “encontravam-se em conformidade com a legislação”.

A defesa jurídica de Caetano também afirmou que a ação civil não deixava claro “o dolo” que teria cometido. “Sem esta indicação precisa, não há possibilidade legal de condenação pelos supostos atos de improbidade administrativa”, teria argumentado o ex-prefeito e agora deputado federal, que pediu a improcedência da ação civil. O petista disse que não houve ocupação indevida de cargos públicos na sua gestão, uma vez que “os integrantes da Procuradoria Geral possuíam qualificações técnicas para o exercício das referidas funções”.

No entanto, o juiz não concordou com os argumentos apresentados pelo acusado e lembrou que, mesmo com candidatos aprovados para a Procuradoria Jurídica do município, o então prefeito determinou a publicação de edital de licitação para contratação de escritório de advocacia para prestação de serviços administrativos e judiciais, “funções privativas da Procuradoria do Município”.

“Após apreciação dos depoimentos colhidos em audiência, bem como da prova documental produzida nos autos, restou demonstrado de que o concurso público regulamentado através do Edital nº 01/2010, disponibilizou seis vagas para provimento de advogados ao cargo de procurador do município de Camaçari, porém a legislação municipal na época dos fatos estabelecia dezesseis vagas para provimento do referido cargo público, ao qual, em nenhum momento fora preenchido através de concurso público. […] Luiz Carlos Caetano manteve-se omisso e não promoveu a nomeação e posse dos candidatos aprovados, nem mesmo dentro das vagas estabelecidas através de edital, tendo mantido servidores precários para a execução das referidas funções jurídicas, sob o argumento de que os candidatos aprovados não encontravam-se familiarizados com as diversas ações judiciais envolvendo a municipalidade, tendo optado em manter, no quadro funcional da administração pública, os servidores nomeados e contratados pelo próprio”, elencou o magistrado em sua sentença condenatória.

O deputado afirmou, por meio da sua assessoria de imprensa, que vai recorrer da decisão expedida em primeira instância. “Iremos recorrer contra essa decisão. Acho que, nos últimos cinco anos, essa é quarta vez que surgem fatos apontando inelegibilidade, em todos os casos, nós recorremos e conseguimos reverter. Vamos recorrer ao Tribunal de Justiça e, se for necessário, iremos até outras instâncias superiores”, diz a nota do parlamentar e ex-prefeito.

O congressista também ressaltou que não houve dolo ou houve malversação de recursos públicos em seus atos praticados à época prefeito de Camaçari.

Fonte:mapelenews.

Geddel Vieira Lima acumula patrimônio milionário na vida pública.

Preso por suspeita de atrapalhar investigações, ex-ministro também é acusado de receber propina na Caixa; advogado diz que nunca houve questionamentos e que bens estão declarados.Sem título

ex-ministro Geddel Vieira, preso sob suspeita de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, acumula atualmente um patrimônio milionário, distribuído em fazendas, apartamentos, casa de praia e também um restaurante na Bahia.

Nas terras mais valorizadas do sudoeste do estado fica a maioria dos bens do peemedebista. Ele é dono de 12 fazendas de gado em sete municípios da região. No total, as propriedades têm mais de 9.000 mil hectares e hoje valem cerca de R$ 67 milhões.

Uma das maiores, chamada Tabajara 2, em Itororó (BA), tem 1.027 hectares. Na declaração de bens mais recente entregue à Justiça Eleitoral, em 2014, quando Geddel foi candidato ao senado pela Bahia, ele informou que pagou cerca de R$ 88 mil pelas terras nos anos 90. Hoje, ela vale mais de R$ 7,5 milhões.

Na beira do rio Pardo, o ex-ministro tem três fazendas, duas de um lado e uma de outro. Juntas, elas somam mais de 900 hectares e, de acordo com os preços praticados na região, elas valem pelo menos R$ 6 milhões.

No centro da cidade de Itapetinga, Geddel também é dono de um apartamento sobre o qual declarou, em 2014, ter pago, junto com familiares, R$ 100 mil. O imóvel é avaliado por corretores locais no valor de R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão.

Na capital Salvador e arredores está o restante dos bens de Geddel. Há um apartamento de alto padrão, dois carros de luxo, casa na beira da praia e restaurante.

Trajetória

Em 1994, em seus primeiros anos como político, o ex-ministro havia declarado em sua lista de bens apenas uma linha telefônica, uma Paraty ano 89, um título no clube e 120 hectares de terra.

Geddel começou na vida pública aos 25 anos como diretor do Banco do Estado da Bahia. Na época, surgiu a primeira denúncia contra ele, em que foi acusado de desviar R$ 3 milhões para favorecer parentes. Ele perdeu o emprego, mas em 2001 foi inocentado no caso.

Em 1991, o baiano se elegeu deputado federal e dois anos depois, foi apontado como um dos “anões do orçamento” – grupo de parlamentares acusados de roubar os cofres públicos. Também foi absolvido nesse episódio e começou a construir a carreira de articulador político no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Nesse tempo, ganhou fama de truculento e falastrão e foi um dos maiores críticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois, se tornou aliado do petista e assumiu o Ministério da Integração Nacional em 2007.

No governo da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2011, virou dirigente da Caixa Econômica Federal. Quando Michel Temer assumiu o comando do governo, no ano passado, Geddel se tornou ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência.

Ele ficou seis meses no cargo, que teve de deixar após ser acusado de pressionar o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero a liberar a construção de um prédio em uma área protegida em Salvador.

O apartamento do qual Geddel foi levado para a prisão, em Salvador, está avaliado em cerca de R$ 1,5 milhão no mercado atual.

O Ministério Público Federal afirma que Geddel “é um criminoso em série”. Além da suspeita de tentar evitar delações premiadas, o ex-ministro é acusado de receber R$ 20 milhões de propina para favorecer empresas quando era vice-presidente de Pessoa Jurídica na Caixa.

O doleiro Lúcio Funaro o apelidou de “Boca de Jacaré”, pela gula de querer propina.

Defesa

Em depoimento prestado na semana passada, Geddel negou ter obstruído a Justiça e chorou.

“Tudo isso para mim aqui é uma surpresa. Tenho 58 anos de idade, nunca tive nenhum problema, nem de responder a cheque sem fundo, nem a nada, nenhum tipo de problema”, disse ao juiz.

O advogado do ex-ministro afirma que não há motivos para a prisão e que já pediu sua saída da cadeia em troca do cumprimento de medidas alternativas. Ele também diz que os bens de Geddel são compatíveis com as atividades do ex-ministro.

“São propriedades muito antigas, que foram compradas há muitos anos […] O que eu posso dizer a todos é que a declaração de bens dele atende aos requisitos eleitoral e tributário e nunca houve qualquer tipo de questionamento”, diz Gamil Foppel.

Fontre: G1

Brasil: Medida da Anatel pode desativar 40 milhões de celulares até o final do ano

celularA Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pode bloquear cerca de 40 milhões de celulares no Brasil até o final do ano. Segundo informações do jornal O Globo, a medida visa atingir aparelhos sem registros válidos junto ao órgão. O objetivo é combater o comércio paralelo de celulares, que vende equipamentos sem homologação, falsificados ou roubados. A previsão da Anatel é que as empresas de telefonia avisem no dia 15 de setembro aos seus clientes que o seu aparelho não está regularizado e será bloqueado. O bloqueio poderá ser feito 75 dias após o aviso.

Dívida de R$ 300 milhões: Cesta do Povo demite 1.500 e pode fechar as portas

R$ 300 milhões em dívidas, 1.500 demitidos e um prejuízo emocional e financeiro para os trabalhadores. “Cinco já morreram de infarto por conta da demissão. Muitos perderam plano de saúde. A situação está crítica”, afirmou o presidente da  Associação Baiana de Trabalhadores da Ebal/Cesta do Povo (Abtec), Francis Tavares, em conversa com o BNews, na manhã deste sábado (8).
Segundo ele, a Cesta do Povo, criada em 1979, passou por graves problemas de gestão, o que desencadeou uma crise sem precedentes. Ele revela que, em 2015, houve a possibilidade da compra da Cesta pelo grupo Cencosud, ação que não foi executada já que o sistema financeiro de Nova York proibiu a aquisição. “Deixamos de vender barato, de comparar os peços do mercado e monitorar a economia dos municípios. Hoje, quem vai querer pagar uma dívida de R$ 300 milhões avaliada em 2016,  com fornecedores e passivos trabalhistas? Os funcionários estão há dois anos sem receber reajuste salarial e o governo não assinou a convenção coletiva”, ressaltou Francis.

Estoque da Cesta do Povo
Em 2 de outubro de 2015, um decreto foi assinado pelo governador Rui Costa (PT), dando seguimento ao processo de privatização da Empresa Baiana de Alimentos S/A (Ebal). No documento, o governador aprova “a avaliação econômico-financeira atribuída à Ebal nos termos do relatório conclusivo elaborado, com base em estudos de consultoria especializada”.
O Tribunal de  Contas do Estado (TCE) calculou um rombo acumulado na Ebal de, pelo menos, R$ 381,8 milhões no governo de Jaques Wagner. O valor corresponde à soma dos repasses feitos pelo Estado entre os anos de 2007 e 2014 apenas para manter a Ebal em funcionamento.
Única rede de supermercados estatal no Brasil, o empreendimento tinha acumulado um prejuízo de R$ 750 milhões. No ano passado, a situação piorou e a Empresa Bahiana de Alimentos – Ebal, controladora da Cesta do Povo, amargou uma perda de R$ 158,1 milhões. O leilão público proposto pelo governo possuía uma cláusula que permita a absorção de um percentual mínimo de funcionários pelos novos empreendedores, mas a estrutura de 276 lojas e 2.769 funcionários em 229 municípios, não despertou o interesse de nenhum comprador para o lance mínimo exigido para a venda na época, R$ 81 milhões.
Ao assumir a Sefaz-BA em 2007, Carlos Martins disse que a dívida de R$ 320 milhões, na época, era fruto de um “descalabro administrativo” 
“Quero que a Cesta do Povo seja liquidada, mas que haja recolocação no mercado dos concursados. 1.200 estão na ativa, mas precisamos da reintegração, além de garantir o plano de saúde para todos. Isso aconteceu com a EBDA. Os concursados foram relocados para a Fundação Luís Eduardo Magalhães e para a recente Bahiater”, explicou.
Tavares compara ainda a situação da Cesta do povo com a do Hospital Espanhol. “A Cesta do Povo pode sim fechar as portas. Queremos garantir os direitos com as vendas do bens”, afirmou, alegando que há mais de mil processos trabalhistas em andamento. Uma reunião está marcada na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) para discutir a situação.
Leilão remarcado
Pensando na garantia dos direitos dos trabalhadores, a Associação entrou com uma ação no Ministério Público contra um leilão de bens, marcado para o próximo dia 11. “O leilão é sobre os bens da Ebal, no valor mínimo de R$ 2 milhões. A Ebal contratou um leiloeiro e não publicaram um edital com uma justificativa prévia para que seria este leilão. Tive a informação de que este dinheiro seria para financiar novas demissões”, relatou o presidente da Abtec.
Com isso, o MP fez a recomendação à Ebal, que desmarcou o leilão. De acordo com Francis, ainda não há uma nova data marcada. A reportagem tentou falar com a assessoria da Secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), cuja gestão atual é do ex-ministro e ex-governador Jaques Wagner, mas as ligações, bem como as mensagens, não tiveram êxito até o fechamento desta matéria.
Fonte: Bocão News

LEM: Veículo foi roubado em Feira de Santana e recuperado por policiais da Cipe Cerrado

Tour

Tour1Na manhã deste domingo 09/07, por volta das 12h, policiais da Cipe Cerrado recuperou um veiculo Fiat toro abandonado nas proximidades do Posto Royal,  na comunidade do Novo Paraná, zona rural de Luís Eduardo Magalhães.

De acordo com informações passadas a nossa reportagem, o veículo foi roubado em Feira de Santana e pertence a empresa Cerqueira Gonçalves, o veículo estava com marcas de sangue e foi apresentado na delegacia de Polícia de LEM

Fonte:texto destaque noticias.