Três corpos deram entrada no IML do DISEP em Barreiras neste Domingo (25)

Três corpos foram encaminhados para realização de necropsias no Instituto Médico legal (IML) do Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), em Barreiras/BA, no plantão diurno deste domingo (25).

Uma das vítimas, o jovem Flávio Henrique Nogueira da Paixão, de 18 anos, morreu provavelmente afogada na zona rural de Riachão das Neves. O fato ocorreu no povoado de “canudos”, onde existe uma profunda lagoa, conhecida por “Cachoeira de Canudos”, bastante frequentada por banhistas, abastecida pelas águas das chuvas e do riacho local. A polícia técnica não possui detalhes sobre a morte do rapaz.

Plantonistas do Departamento de Polícia Técnica receberam notícia do óbito por volta das 17h 30 e destinou agentes para realizarem “levantamento cadavérico” e translado do corpo ao IML regional de Barreiras.

2º Caso

Alessandra Oliveira Ribeiro informou à polícia Civil de Barreiras, o suicídio de seu primo Marisvane Dias de Oliveira, 46 anos. No Boletim de Ocorrência registrado no complexo policial do bairro Aratu, em Barreiras/BA, ela relata que antes dele cometer suicídio, por volta das 07h 00 de hoje (25), no povoado de Aroeira, município de Mansidão, atirou contra um sobrinho de nome não revelado e sua ex-mulher de prenome “Roneide”, por motivo de ciúmes.   Ressalta que, no dia anterior o mesmo havia ameaçado matar os dois, porque desconfiava da traição.

Ainda declarou que, após alvejar à ex-mulher nas costas e o sobrinho em uma das pernas, o autor se trancou em um quarto e disparou a arma contra sua cabeça. Ele morreu na hora. Não há informações sobre o estado de saúde de Roneide e do outro rapaz.

3° Caso

Sebastião Paulo Oliveira dos Santos de 23 anos, natural de Ibotirama/BA, foi encontrado morto, possivelmente por espancamento e golpes de faca, na manhã de hoje (25), por volta das 8h, nas proximidades do bairro Conquista, em Luis Eduardo Magalhães.

Seu corpo deu entrada no IML do DISEP em Barreiras, no início da tarde. Há suspeitas de relação deste crime com uma tentativa de homicídio contra Fabiano da Silva, 27 anos, vulgo “Fabinho”, ocorrida no bairro Santa Cruz, na noite de sábado (25), tendo em vista que, na mesma ocasião, Sebastião, segundo informações colhidas pela polícia, sofreu ameaça de morte.

Fonte: Alô Alô Salomão

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Homem baleado no bairro Santa Cruz III em Luis Eduardo Magalhães, Não resiste e Morre no Hospital do Oeste

ho-3Um homem de 55 anos morreu na madrugada deste sábado (24), no Hospital do Oeste (HO), depois de lutar pela vida por dois dias, na cidade de Barreiras. A vítima identificada como Antônio Agostinho da Silva, natural de Saúde (BA) foi baleado na manhã da última quinta-feira (22), em um bar que também é residência de sua propriedade no bairro Santa Cruz III, em Luís Eduardo Magalhães.lem-t

Na oportunidade, Agostinho foi alvejado com pelo menos quatro disparos de arma de fogo por dois indivíduos em uma motocicleta. Conforme matéria publicada no Blog do Sigi Vilares, a vítima foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) em estado grave para o HO, mas não resistiu e veio a óbito.

Agentes da Polícia Civil de LEM seguem com as investigações no sentido de identificar a autoria e motivação do crime.

Fonte: Odestaque/Blog do Sigi Vilares

Governador Rui Costa contesta multa milionária concedida pelo TJ a grupo de militares baianos

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Uma multa que alcança o valor de R$ 70 milhões foi contestada pelo Governo do Estado por meio da Procuradoria Geral do Estado, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A origem da multa é uma ação ajuizada por cinco policiais militares, em 1998, cuja sentença, prolatada em 2000, garantiu o direito aos honorário por atividades de ensino em um valor que somava, ao todo, R$ 2 milhões. O acréscimo da multa seria pelo não pagamento desse valor aos policiais, acrescida ainda dos honorários advocatícios.

Segundo o procurador do Estado, Miguel Calmon Dantas, o Poder Judiciário entendeu que as vantagens são devidas e condenou o Estado a fazer o pagamento. “Na sentença também foi determinado que, enquanto o Estado não fizesse o pagamento, incidiria uma multa diária de 1% sobre o valor da condenação”. O procurador informa que a multa incidiu até 2015, quando foi expedido o precatório.

“O problema é que o Estado está vinculado à Constituição, que determina o pagamento somente sob a forma de precatório. O Estado não tem a liberdade de fazer ou deixar de fazer o pagamento quando bem entender. Ou o Estado cumpria a decisão judicial e descumpria a Constituição, ou arcava com o aumento dessa multa progressiva e tentava, pelos meios jurídicos e processuais existentes, exclui-la pela ilegalidade e falta de base jurídica que ela possui”, afirma Miguel Calmon. Ele ressalta: “O valor principal já foi assegurado por sentença, transitado em julgado e deve ser pago pelo procedimento de precatório, nos termos do artigo 100 da Constituição, seguindo uma ordem cronológica. Essa multa não poderia sequer ser fixada porque o Estado não tinha a liberdade de pagar ou não pagar”.

O procurador-chefe da Judicial, Rui Deiró, informou que em 2015 o Estado apresentou um pedido de tutela de urgência que visa suspender a exigibilidade do precatório, por conter uma multa embutida no seu valor com a qual o Estado não se conforma. “Nós esperamos agora a suspensão da exigibilidade do precatório porque, como o Estado tem feito aportes regulares pra a quitação dos seus débitos, a qualquer momento este precatório estar em primeiro lugar na fila e ser quitado, com grande prejuízo para o interesse público”.

Deiró destaca que são R$ 70 milhões que o contribuinte baiano vai estar tendo como despesa em uma multa que não é devida. “Esta é a nossa visão, aqui na procuradoria, especialmente neste momento de escassez de recursos amplamente noticiada, de crise prolongada, são R$ 70 milhões do contribuinte baiano. É um dinheiro vocacinado a atender às necessidades do povo da Bahia e não à quitação de um precatório que não é devido. Nós acreditamos que o STJ tem plena condição de rever essa decisão a tempo, antes que esse valor seja pago”.

Fonte: Bahia Noticias

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Sábado, 24 de Novembro de 2018 – 00:00 Estudo revela que mulheres com câncer de mama têm dificuldade de voltar ao trabalho

M-C_M“O retorno ao trabalho é entendido como um dos aspectos de retorno à normalidade na vida do paciente com câncer”. No entanto, na opinião da oncologista Luciana Landeiro, esse é um assunto pouco discutido no Brasil.

Um estudo conduzido pela médica baiana, da equipe do Núcleo de Oncologia da Bahia (NOB), revelou que mulheres com diagnóstico de câncer de mama têm dificuldade de manter suas atividades no mercado de trabalho.

“O objetivo era tentar entender um pouco mais as dificuldades da nossa população. A princípio, o objetivo foi avaliar uma população de pacientes do SUS. O estudo foi conduzido no ICESP, que é o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, que atende apenas a pacientes do SUS”, explicou ao Bahia Notícias.

Foram acompanhadas 125 mulheres ao longo de dois anos, após o diagnóstico de câncer de mama. A pesquisa coletou dados sobre características demográficas, situação de emprego, saúde, comorbidade, tipo de emprego, apoio dos empregadores e parceiros de vida, ganho de peso, dor e linfedema. As participantes também foram questionadas sobre a postura do empregador, as necessidades de tratamento do câncer e a discriminação após o diagnóstico da doença.

“O que a gente observou é que 40% das pacientes, em dois anos, não tinham retornado ao trabalho. Quando a gente olha para os dados de fora do país, percebe que isso [o número de mulheres que voltou] é inferior os dados americanos e europeus. Os dados brasileiros se aproximam aos dados da população americana que não tem plano de saúde e usa o Medicare. Ainda assim, o retorno ao trabalho da nossa população é menor”, disse Luciana.

Antes do diagnóstico do câncer de mama, 81% das pacientes entrevistadas tinham emprego em tempo integral – 59,5% eram as principais responsáveis pela renda familiar e 14,9% eram autônomas. A maioria das pacientes (94%) gostava de sua atividade de trabalho e recebeu apoio de seu empregador (73%) depois que foram diagnosticadas com câncer de mama. No entanto, apenas 29,1% de mulheres relataram ter sido oferecido algum tipo de ajuste no seu trabalho.

De acordo com a oncologista, um dos principais fatores que impactam na decisão de retornar ao trabalho é a ausência de apoio do empregador, além da falta de ajustes às necessidades da paciente. Além da necessidade de prosseguir com o tratamento, as pacientes podem apresentar efeitos colaterais. “Após o tratamento, a mulher pode apresentar mais fadiga”. Outros fatores foram a realização de mastectomia, uso de hormonioterapia e diagnóstico de depressão.

“A paciente muitas vezes tem vontade de voltar ao trabalho, mas não pode ter uma carga horária menor, já que nas nossas leis trabalhistas não têm muita flexibilidade. Eventualmente, essa poderia ser uma possibilidade a ser discutida: ganhar um pouco menos com carga horária menor. Outra questão é que as empresas tenham um olhar diferenciado para essas mulheres”, argumentou Luciana.

O estudo também concluiu que as mulheres que recebiam dois ou mais salários mínimos tinham 17 vezes mais chance de retornar ao trabalho do que as ganhavam menos. As mulheres que se submeteram à cirurgia conservadora (que retira o tumor e preserva a maior parte possível da mama) também apresentaram vantagens em comparação às que foram submetidas à mastectomia (retirada cirúrgica da mama). A chance de reinserção no mercado de trabalho foi nove vezes maior para elas.

Agora, a profissional pretende avaliar a situação das pacientes que utilizam a rede privada de saúde. O estudo será desenvolvido em parceria com o Instituto Oncoguia.

Fonte: Bahia Noticias

VI Oeste Genética é aberta com o desafio de incentivar o pecuarista a profissionalizar a gestão dos negócios

Capa (2)A sexta edição da Feira Oeste Genética e o XVI Fórum de Pecuária foram abertos nesta sexta-feira (23), com o propósito de apresentar novas tecnologias para a pecuária do Oeste da Bahia e incentivar os pecuaristas regionais a investiram na profissionalização da gestão dos seus negócios. A cerimônia que abriu os trabalhos aconteceu no Tatersal Deputado Sebastião Ferreira, no Parque de Exposições Engenheiro Geraldo Rocha e contou com a presença de organizadores, estudantes, pesquisadores e técnicos do setor agropecuário.

DSC_0548Representando o prefeito Zito Barbosa, a vice-prefeita Karlúcia Macêdo destacou que pelo fato do Brasil concentrar o maior rebanho comercial do mundo, necessita do apoio e de parcerias para fazer da atividade pujante e sustentável, com profissionalização. “A tecnologia é fundamental para fazer da pecuária, que há tempos deixou de ser uma atividade de subsistência, em um negócio capaz de gerar bons resultados econômicos para os criadores. Para a Prefeitura, participar desta parceria que busca uma pecuária cada vez mais fortalecida com sustentabilidade, é uma honra. Estaremos sempre presentes e apoiando inciativas que promovam a melhoria da qualidade de vida da população”, disse.

DSC_0551O presidente interino da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste) – entidade realizadora do evento junto com a Prefeitura de Barreiras -, José Maria de Albuquerque Júnior, foi direto ao ponto de destaque do evento. “Nosso maior desafio hoje não é tecnologia, isso temos junto às Universidades e empresas de pesquisas, tampouco fatores climáticos porque nossa região possui um clima favorável para a atividade. Nossa meta é fazer com que o produtor acredite nesta tecnologia e mude sua forma de administrar os negócios, essa sim é nossa proposta com este evento. Sabemos que gerir o negócio com profissionalismo é imprescindível para o fortalecimento e a eficiência da pecuária regional”, disse.

DSC_0553O pecuarista com tradição na atividade no Oeste baiano e diretor de eventos da Acrioeste, Antônio Balbino de Carvalho Neto, reforçou as palavras de José Maria destacando que a Oeste Genética nasceu pela necessidade de oferecer este apoio técnico aos criadores. “Esta parceria entre Prefeitura e a Acrioeste é pela melhoria da pecuária regional, e assim como a agricultura no Oeste se fortaleceu e hoje é destaque mundial, a Oeste Genética quer oferecer aos pecuaristas locais um espaço de apoio e troca de experiências para fazer da atividade, tão forte quanto a agricultura”, destacou.

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DSC_0545Ao destacar a importância da agropecuária para o Oeste baiano, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras, Moisés Schmidt reforçou a importância das parcerias e da realização de eventos como o Oeste Genética. “O que temos observado é que a pecuária também vem adotando as tecnologias esperada e hoje no Oeste da Bahia temos excelentes representantes. Esse evento é sem dúvida necessário e vem pra contribuir com a pujança desse setor”, comentou Schmidt.

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DSC_0630Após a abertura oficial, a programação teve sequência com a palestra “Eficiência Alimentar”, proferida pelo médico veterinário, Frederico Bessa. Até o domingo (25), o evento oferecerá aos interessados, um cardápio de palestras, eventos técnicos, mesas redondas e debate. Destaque ainda para o Leilão Acrioeste Bezerras, Bezerros para Cria, Recria e Engorda, no sábado (24) e o 13º Leilão da Prova de Ganho de Peso à Pasto, no domingo (25) e transmissão ao vivo pelo Canal do Boi.

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DSC_0640Além da vice-prefeita Karlúcia Macêdo, do diretor de eventos da Acrioeste, Antônio Balbino de Carvalho Neto, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras, Moises Schimdt, presidente interino da Acrioeste, José Maria de Albuquerque Júnior, o secretário de agricultura de Barreiras, José Marques, o subsecretário Rider Castro e a vereadora Beza compuseram a mesa de abertura.

Dircom/PMB – 23.11.2018

Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Grande realiza plenária, em Barreiras

Capa (1)O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Grande realizou nesta quinta-feira (22), a XXXII Reunião Ordinária na Sede Regional do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – INEMA, em Barreiras. Foi a primeira plenária realizada pela nova diretoria eleita no dia 21 de setembro deste ano, que tem como presidente o secretário de meio ambiente de Barreiras, Demósthenes Junior.

CapaO encontro teve como principais pautas: a mediação de conflitos de água na região do Cinturão Verde e Comunidade Mangabeira no município de Barreiras, a composição de câmaras técnicas para o biênio 2019/2020, a criação do grupo de trabalho para elaboração do planejamento para o biênio, o licenciamento de barramentos e o retorno dos trabalhos para elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia, que é uma das prioridades da nova diretoria, já que é um instrumento necessário à implementação dos mecanismos da cobrança pelo o uso da água.

DSC_001“O Plano de Bacia é um instrumento de gestão que se propõe nortear as ações do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Grande, estimular a gestão e uso correto dos recursos hídricos na região. Ainda reúne informações estratégicas para a gestão hídrica, arbitra conflitos pelo uso da água e estabelece mecanismos, sugerindo os valores da cobrança deste uso, por isso é uma prioridade em nossa gestão”, explicou Demósthenes Júnior.

DSC_002O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Grande é um colegiado instituído oficialmente pelo Governo do Estado, composto por representantes dos poderes públicos municipal, estadual e federal, representantes da sociedade civil organizada e dos usuários, nos cargos de titulares e suplentes. Considerado como verdadeiro “parlamento das águas”, sua função é discutir e deliberar sobre os assuntos de interesse comum aos diversos usuários, visando a harmonização do uso e a mediação de conflitos.

DSC_0011Demósthenes ressaltou ainda que o comitê se reunirá ainda este ano por meio de uma reunião extraordinária para deliberar sobre planejamento do biênio 2019/2020. “Temos que entrar o ano de 2019, com o planejamento das ações a serem desenvolvidas pelo comitê já definidas, por isso temos a necessidade do encontro ainda este ano”, informou.

Dircom Barreiras