Com apoio da Prefeitura de Barreiras, o espetáculo “Quem fez 68, não faz 69” promove reflexão e conteúdo didático aos estudantes do EJA

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O Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho recebeu de 20 a 23 de setembro, o projeto “Teatro em Tempos de Primavera” com a apresentação do espetáculo “Quem fez 68, não faz 69”. A ação é uma iniciativa da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer que por meio da Diretoria de Cultura parceria com a Cia. Teatrando de Barreiras e a RFV Palco/Brasília-DF, com uma proposta recheada de diferentes estéticas cênicas, com quatro espetáculos e temas variados.

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Nessa primeira etapa, o espetáculo: “Quem fez 68 não faz 69”, foi disponibilizado também para os estudantes de Barreiras. As sessões de teatro receberam mais de 200 estudantes das escolas públicas com ensino médio e Educação de Jovens e Adultos-EJA, que além de assistir toda a trama, puderam interagir num bate papo descontraído com a trupe de atores e diretor, contextualizando os instrumentos pedagógicos elaborados e que serão aplicados em sala de aula.

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As escolas municipais da Santa Luzia, Cleonice Lopes e Colégio Municipal Eurides Sant’Anna também participaram, e os estudantes vivenciaram a experiência teatral, absorvendo todo enredo histórico e regionalizado da peça.

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“O teatro abre fronteiras, incentiva a imaginação e acima de tudo embasamento para vivenciar a história de um povo, de uma nação. Com o espetáculo “Quem fez 68, não faz 69”, os atores trouxeram essa oportunidade para nossos estudantes, além de dar acesso aos bens culturais, a democratização da arte e da cultura. Esse é o nosso objetivo, dinamizar os equipamentos de cultura do município criando sempre condições para as diversas linguagens culturais terem visibilidade”, disse a diretora de cultura, Diva Bonfim.

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Sinopse da peça “Quem fez 68, não faz 69”

O espetáculo investiga com boas pitadas de humor, os fatos que marcaram o ano de 1968, anterior e posterior a promulgação do AI-5 em nosso país, durante a ditadura militar, quando se institui, “um golpe dentro do golpe”.

Dircom Barreiras